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Samedi 26 Mai 2018
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Porto em ‘traje de festa’ não facilita e vence Feirense

O FC Porto venceu hoje o Feirense, por 2-1, em partida da 33.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, num desafio em que os ‘dragões' apesar de surgirem em modo festivo pela conquista do título nacional, na véspera, não facilitaram na procura da vitória.

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Em noite de celebração, e com lotação esgotada no Dragão, os ‘azuis e brancos' inauguraram o marcador por Sérgio Oliveira, aos 37 minutos, com Brahimi, a consolidar vantagem, marcando aos 59, embora com José Valência reduzir para o Feirense, fixando o 2-1, aos 90+1.

Com este resultado, o FC Porto consegue cavar um fosso ainda maior para os rivais Sporting e Benfica, passando a somar 85 pontos, mais sete que os dois conjuntos de Lisboa, que seguem em segundo e terceiro lugar, respetivamente.

Já o Feirense, com este desaire, não conseguiu escapar à parte do fundo da tabela classificativa, mantendo os mesmos 30 pontos e o 15.º posto, com apenas mais em relação aos perseguidores, Estoril Praia e Vitória de Setúbal, que estão nos lugares de descida.

Apesar de noite mal dormida, e de se apresentar para este desafio já em ‘traje de festa', a equipa portista quis mostrar-se à altura das celebrações, com Sérgio Conceição a não facilitar e a apostar nos habituais titulares, apenas com Diego Reyes a entrar para o lugar do castigado Felipe no eixo da defesa.

Mesmo sem a intensidade apresentada em outras ocasiões, o FC Porto puxou a si a iniciativa do desafio, assumindo uma postura mais ofensiva, e centrando, desde cedo, a ação junto à baliza do Feirense.

Soares e Alex Telles foram os primeiros a deixar avisos ao guardião dos ‘fogaceiros' Caio Seco, num par de remates que saíram um pouco lado.

Do outro lado, a formação de Santa Maria da Feira tentava mostrar que não era apenas uma convidada na festa dos ?dragões', procurando explorar contra-ataque, sobretudo pela velocidade imposta nas alas, mas não disfarçando alguma dificuldade no último passe.

Ainda assim, Crivellaro aos 16 minutos, tentou surpreender Iker Casillas com uma tentativa de chapéu que apanhou desprevenido o guardião portista, mas acabando por acertar na trave da baliza portista.

O atrevimento feirense serviu de alerta para os comandados de Sérgio Conceição, que, acentuando a pressão, passaram surgir mais vezes junto à baliza de Caio Seco, abrindo brechas que Sérgio Oliveira foi aproveitando para causar desequilíbrios.

O médio portista conseguiu, num par de vezes, deixar ameaças ao último reduto forasteiro, com remates que falharam o alvo por pouco, mas que acabaram por ser o prenúncio para o primeiro tento do jogo, apontado, precisamente, por Sérgio Oliveira.

Depois de um contra-ataque lançado por Marega, Ricardo recuperou o esférico e cruzou para a área, onde o médio do FC Porto surgiu solto de marcação, com espaço para dominar de peito e rematar, de primeira, para o 1-0, aos 36 minutos.

O Feirense ainda tentou uma reação, mas volou a claudicar no derradeiro momento de construção, não conseguindo inverter a desvantagem mínima ao intervalo.

Após o descanso, o técnico do FC Porto, Sérgio Conceição, quis imprimir mais velocidade às movimentações ofensivas da equipa, abdicando de Otávio, um dos elementos menos consistentes nas movimentações dos ‘dragões’ na etapa inicial, e lançando Hernâni no desafio.

Os ‘dragões’ voltaram a reentrar mais fortes, perante um adversário que não conseguiu ter capacidade de resposta, e aos 52 voltou a deixar escapar Sérgio Oliveira, que cabeceou com perigo, mas ao lado.

Perto da hora de jogo, Sérgio Conceição voltou a refrescar a equipa, lançando no jogo Aboubakar, numa mexida que se provou decisiva, pois, aos 59 minutos, o camaronês assistiu, na área, Brahimi, que depois de se desenvencilhar de um adversário, com um toque artístico, rematou para o 2-0.

O Feirense, que aos 71 minutos viu o videoárbitro inverter uma grande penalidade a seu desfavor, inicialmente apontada pelo juiz Luís Godinho, após falta de Briseño sobre Hernâni, aparentemente fora da área, foi perdendo, ao longo desta etapa complementar, a sua capacidade de armar contra-ataques.

O melhor que os ‘fogaceiros' conseguiram na segunda metade foi um cabeceamento de Crivellaro, por cima, depois de um cruzamento de Kakuba, aos 77 minutos, e, já em tempo descontos, um cabeceamento de recém-entrado José Valência, que ainda reduziu para o 2-1 final. Alfa/Lusa.

Le: 06/05/2018 21:39:39
  M.Alexandre

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