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Samedi 26 Mai 2018
  [Sportive]

EUA conquistam 100.º ouro olímpico no dia do primeiro golo das Coreias

O snowboarder Shaun White deu hoje aos Estados Unidos a 100ª medalha de ouro em Jogos Olímpicos de inverno, ao sagrar-se tricampeão em half pipe, num dia em que seleção unificada das Coreias marcou o seu primeiro golo.

Retour au début  PyeongChang/Coreia do Sul:

White, que já tinha sido campeão olímpico em Turim2006 e Vancouver2010, voltou a alcançar o ouro, impondo-se ao japonês Ayumu Hirano e ao australiano Scotty James, que conquistaram a prata e o bronze respetivamente.

No combinado nórdico masculino, o alemão Eric Frenzel, pentacampeão mundial, revalidou o título conquistado há quatro anos em Socchi.

Frenzel foi quinto na prova de salto, mas dominou a prova de fundo, arrecadando o ouro e deixando a prata para o japonês Akito Watabe, e o bronze para o austríaco Lukas Klapfer.

No luge, a dupla germânica Tobias Wendl e Tobias Arlt também revalidou o título e, juntamente com Frenzel, contribuiu para manter a Alemanha na liderança do quadro de medalhas dos Jogos que decorrem na Coreia do Sul.

Wendl e Arlt revalidaram, de forma previsível, o título conquistado na Rússia, numa prova na qual a grande surpresa foram os austríacos Peter Penz e Georg Fischler, que conquistaram a prata, depois de terem sido 19.ºs classificados em Sochi2014.

Na mesma prova, os alemães Toni Eggert e Sascha Benecken, conquistaram o bronze, o terceiro para a Alemanha, que lidera o “medalheiro” com um total de 12 medalhas, sete das quais de ouro.

Na prova de 1.000 metros de patinagem de velocidade feminina, a holandesa Jorien Ter Mors subiu ao lugar mais alto, com uma marca que constitui novo recorde olímpico, repartindo o pódio com as japonesas Não Kodaira e Miho Takagi, prata e bronze, respetivamente.

Num dia marcado por fortes ventos, fica para a história o primeiro golo da seleção unificada das duas Coreias no hóquei no gelo feminino, marcado por uma jogadora nascida nos Estados Unidos.

O golo de Randi Heesoo Griffin, filha de mãe sul-coreana, não evitou a derrota, por 4-1, frente ao Japão, nem a eliminação da equipa, mas ficará certamente para a história do desporto olímpico e dos dois países, que tecnicamente se mantêm em guerra desde a década de 1950. Alfa/Lusa.

Le: 14/02/2018 23:12:51
  M.Alexandre

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